TÓQUIO ABRIGA EDIFÍCIO COM FAZENDA URBANA EM MEIO A ESCRITÓRIOS

Tóquio abriga edifício com fazenda urbana em meio a escritórios:

Foto: Helene Veilleux

Foto: Helene Veilleux

Apesar de todo o desenvolvimento tecnológico, o Japão tem que enfrentar alguns problemas de ordem natural. A falta de espaço para cultivar alimentos é um desses exemplos. Para driblar este empecilho, em Tóquio, o arquiteto Yoshimi Kono projetou um prédio comercial que também funciona como uma fazenda urbana.

Protótipos de fazendas verticais urbanas têm sido desenvolvidos e, considerando-se as projeções de crescimento urbano, estas fazendas provavelmente farão parte de nosso futuro.

No escritório Pasona, o futuro já chegou. Esta agência de empregos de Tóquio dedicou 20% de sua área para o cultivo de vegetais, tornando-se a maior fazenda urbana do Japão.

Agricultura 100% orgânica

Tudo o que é plantado nesta fazenda urbana é orgânico. São mais de 200 espécies de frutas e vegetais. Além disso, a empresa mantém 300 metros quadrados de área destinada ao cultivo de arroz.

O vídeo abaixo mostra como funciona essa harmonia entre plantações e salas de escritório.

Os jardins contém tanto vegetais hidropônicos quanto plantados em terra, e necessitam de um controle climático bastante preciso. Isto frequentemente significa manter estes espaços mais quentes que os níveis considerados confortáveis para escritórios, e esta é a característica mais desagradável do edifício.

Os vegetais cultivados no escritório não se destinam apenas à alimentação dos funcionários de Pasona. Segundo Kono, responsável pelo projeto, espera-se que este novo tipo de escritório inspire os habitantes das grandes cidades a reconsiderar a agricultura e, possivelmente, redinamizar algumas áreas rurais.

Ao menos, o projeto  parece pronto para inspirar outros escritórios a embarcar nesta nova tendência de projeto.

Quem vê o prédio por fora pode ter uma breve dimensão do que está em seu interior Foto Helene Veilleux

Quem vê o prédio por fora pode ter uma breve dimensão do que está em seu interior | Foto: Helene Veilleux

Referências: bio3

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