HISTÓRICO

HISTÓRICO

A Associação Tecnologia Verde Brasil foi fundada em agosto de 2009 sob o nome de Associação Telhado Verde Brasil. Sempre teve um ideal ativista, e não corporativista, defendendo a necessidade de maior infraestrutura verde urbana para as cidades brasileiras.

A expressão nuclear “telhado verde” fora escolhida, à época, em função de seu caráter simbólico no âmbito da infraestrutura verde urbana, uma vez que tal tecnologia verde apresenta diversos benefícios sustentáveis integrados, podendo ser considerada como algo similar a um “carro-chefe” de quase todas as técnicas de infraestrutura verde urbana. Depois, voltando à simbologia, representa a grande revolução proposta para as cidades, de inverter completamente a tendência biocida de um cenário em que ainda predominam áreas ausentes de biodiversidade (portanto mortas), inabitadas, impermeáveis, incapazes de prestar qualquer serviço ambiental às pessoas, à natureza e ao meio urbano, em favor de outro, completamente inverso, biofílico, ou seja, amigo da vida. Além disso, aproveitava-se do benéfico fator psicológico causado pela positiva imagem das coberturas vegetadas, contrastantes com o cinza morto que, atualmente, ainda predomina.

 Recentemente, no entanto, a Associação entendeu ser mais interessante adotar um nome que pudesse apontar de forma mais abrangente para aquilo que defende: a promoção de práticas, técnicas e tecnologias biofílicas capazes de desenvolver a infraestrutura verde urbana nas cidades brasileiras. Assim, optou-se por trocar a expressão nuclear de sua denominação por “tecnologia verde”.

 Em termos de atuação, a Associação há anos tem se empenhado na divulgação de suas bandeiras por todos os meios de comunicação possíveis, defendendo a promoção da infraestrutura verde urbana nas cidades em seminários e congressos por todo o mundo, articulando-se com associações similares de todo o planeta, com destaque para a principal delas, a Rede Mundial de Infraestrutura Verde (WGIN – World Green Infrastructure Network), e influenciando positivamente os Poderes Públicos para que nossas cidades, gradualmente, troquem sua “infraestrutura cinza”, biocida, pela “verde”, biofílica.